sexta-feira, 13 de março de 2015

O primeiro passo

A corrupção é, infelizmente, uma característica inerente ao povo brasileiro!
Todo brasileiro considera factível “furar” uma fila ou se dar bem em uma situação de troco equivocado em algum comércio. Veja bem, alguns indivíduos podem até não fazer, mas entendem e suportam quem faz. Isso é sinal inequívoco da corrupção moral que assola nossa nação. (Como brasileiro também estou incluso nessa)
Por isso a simples corrupção nem me preocupa muito, pois de fato atualmente seria utópico querer um Brasil sem absolutamente nenhum tipo de corrupção, principalmente na esfera política ou poder público. Isso somente seria alcançado com muita educação e depois de uns 40 anos indo na direção certa, que não é a direção que estamos tomando atualmente.
O que me deixa indignado não é saber que existem pessoas que fazem mal uso de suas funções públicas para algum lucro próprio, muito embora isso seja de fato um absurdo e inadmissível. O que realmente me deixa indignado é que o atual governo (PT) elevou a corrupção para um nível institucional. O PT inovou e transformou a simples corrupção em uma ferramenta de trabalho e não simplesmente para ganhos próprios, mas para MUITOS ganhos próprios, formando uma nova elite milionária e também para beneficiar planos estratégicos sócio-político-militares de outros países formando um bloco esquerdista internacional sem a devida autorização do povo brasileiro.
Quem vota no PT, que não é o meu caso (GRAÇAS A DEUS), vota em um pretenso governo assistencialista que irá defender o pão na mesa do miserável e do pobre no país. Até aí, se fosse isso em detrimento ao suporte a produção/crescimento do país, seria uma estupidez absurda, porém seria compreensível, dado o baixo nível de instrução/educação/cultura tanto do governo quanto do “seu” povo.
Porém o grave problema é que o atual governo (PT), além de promover o enriquecimento ilícito de seus líderes (enchendo de dinheiro e poder essa corja de sanguessugas), também tem apoiado, financiado e armado guerrilheiros, ditadores e terroristas de esquerda no mundo. Indo de encontro ao que acredita o povo brasileiro, do mais humilde até os mais letrados.
Quando vejo, pessoas escrevendo e falando: “Porque tirar a Dilma não resolverá o problema, pois quem ficará pode até ser pior” ou “Precisamos de uma reforma política e não de um impeachment”. Só consigo ver uma tentativa de manipulação de um governo fraco, que não tem mais condições de defender sua posição implorando para não perder o poder, pois necessitam desse “poder” para sobreviver, assim como um parasita que não tem a capacidade de viver de suas próprias habilidades sem um hospedeiro capaz de lhe sustentar.
Sim, caso a Dilma caia assumirá o suspeitíssimo senhor Temer. Não creio que o PMDB seja de fato o melhor para a nação, mas já é um primeiro passo rumo a outra direção. O PMDB, embora seja um partido “Maria vai com as outras” (desde que “as outras” estejam no poder), não assinou o Foro de SP, não teve sua diretriz estratégica de governo escrita por líderes esquerdistas cubanos, venezuelanos ou bolivianos e nem é financiado pela FARC (assim com o PT). O PMDB é uma merda, mas não é uma merda que vai ser obrigado a apoiar terroristas internacionais envergonhando a representação diplomática internacional brasileira.

E MAIS UMA VEZ VOU REPETIR: NÃO SOU A FAVOR DE NENHUM PARTIDO! MINHA VISÃO POLÍTICA NÃO TEM REPRESENTAÇÃO EM NOSSO PAÍS

SOU CONSERVADOR DE DIREITA!

Mas sou veemente contra transformar a democracia brasileira em uma república socialista consumindo e destruindo todas as nossas riquezas naturais para bancar uma visão fracassada comunista/socialista, que apesar do esforço da KGB em doutrinar nossos jovens desde meados do século passado, não representa a opinião da nação brasileira!
Sim, derrubar a Dilma é o primeiro passo! Difícil, complicado e perigoso, mas é um passo que tem que ser dado. Pois na direção em que vamos é certo que além de corruptos nossos “líderes”, enquanto se enriquecem absurdamente e se entopem de poder, nos levarão para um local onde nenhum brasileiro gostaria de estar.
Nesse caminho que estamos, logo, haverá falência total dos serviços público básicos. Nossas infraestruturas ultrapassadas de Segurança, Saúde, Educação, Energia e Saneamento Básico irão fatalmente ruir e morar aqui no Brasil será como morar em Cuba. E se você acha que Cuba é legal, se pergunte porque a prática do Surf é proibida em Cuba, pelo menos para cidadãos cubanos, muito embora eles tenham, naturalmente, uma costa propícia para a prática desse esporte. Sabe porquê? Por que se um cubano subir em uma prancha de surf, ele prefere remar 160 milhas em um mar caribenho infestado de tubarões para tentar chegar no EUA do que viver no belíssimo governo cubano, com diretrizes semelhantes ao caminho que estamos trilhando atualmente sob a liderança do PT!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Convocação dos Ninjas



Como todos vocês bem sabem, a origem do ninjutsu, está permeada de fatos históricos políticos onde o abuso de poder (através da cobrança de impostos) governamental foi praticamente o gatilho que impulsionou a ação dos nossos antecessores (antigos mestres).

Esse histórico de atuação nos presenteia com uma herança como defensores da paz, justiça e liberdade.

Hoje o cenário político, econômico e civil do nosso país está caminhando a passos largos para gerar situações semelhantes a do Japão medieval quando os antigos ninjas tiveram que tomar uma posição de oposição ao sistema corrupto daquela época.
A corrupção, a má gestão dos recursos públicos e o envolvimento com grupos que quebram a soberania do nosso país são características do atual governo que me levaram a tomar a decisão de convocar uma atuação mais expressiva dos senhores.
Não quero e nem vou pedir a ninguém que defenda qualquer partido político. Não devemos e não irei exigir que ninguém siga uma orientação política específica.
A convocação que faço é que o grupo de praticantes associados a Bujinkan em nossa região simplesmente se manifeste contra a corrupção, contra a má gestão dos recursos públicos, que está oprimindo nosso povo atualmente, e contra a associação desse governo com grupos reconhecidos como terroristas internacionais e que quebram a soberania do nosso país.
Convoco todos vocês a participarem das manifestações públicas do dia 15 de março de 2015 contra o atual governo.
Faço essa convocação não somente como cidadão, mas também como membro mais graduado da nossa associação em nosso estado, considerando que tal posição foi a mim outorgada pelo próprio SOKE não por obra do acaso e sim para um propósito maior.
Eu estarei presente nesse dia e direi publicamente ao Brasil que a Bujinkan Internacional no Espírito Santo não está de acordo com a corrupção, a má gestão de recursos públicos e a associação governamental com entidades terroristas que quebram a soberania da nossa nação e farei isso por que posso fazê-lo com representante oficial da Bujinkan Internacional.

Em PAZ faremos nosso protesto e como defensores da paz permaneceremos enquanto for possível.


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Decidindo mover ou não mover montanhas

Deus, através das situações (provações e bênçãos) da vida, tem me ensinado muitas coisas e entre elas creio que uma das mais marcantes é a necessidade da perseverança, persistência e constância nas ações para alcançar determinados objetivos.
Como é de conhecimento comum, uma das minhas principais atividades atuais é a prática da arte marcial e nos últimos meses tenho me dedicado a ela com uma intensidade bem maior, tanto como professor quanto como praticante.
Nesse meio de arte marcial venho ministrando aulas a aproximadamente 13 anos e praticando a aproximadamente 20 anos e uma coisa que sempre me intrigou foi o “turn over” que envolve esse tipo de atividade.

Para as pessoas que não estão familiarizadas com o termo:
“Turn over” é um termo da língua inglesa que significa "virada"; "renovação"; "reversão" sendo utilizado em diferentes contextos. É um conceito frequentemente utilizado na área de Recursos Humanos (RH) para designar a rotatividade de pessoal em uma organização, ou seja, as entradas e saídas de funcionários em determinado período de tempo.



Durante esse tempo supra citado tive a oportunidade de observar centenas de colegas iniciarem o caminho marcial. Alguns tiveram fôlego para apenas alguns meses, outros permaneceram por alguns anos e depois desistiram, uns, muito poucos alcançaram as dezenas como contadores anuais e depois se foram e uma fração mínima, realmente uma exceção à regra, se mantiveram no caminho sem desistir.

Na arte marcial, assim como em toda a vida, o caminho é difícil, principalmente se o indivíduo pretende fazer tudo da forma correta, ser honesto e disciplinado. Todo o caminho pautado por esses valores é um caminho mais difícil, cheio de obstáculos. Alguns desses obstáculos são fáceis de se transpor e outros são “montanhas no caminho”.

E acredite, “montanhas no caminho” existem para todos. 

Sem exceção!


Não sei se o leitor está habituado a enfrentar montanhas. Eu tive a oportunidade de enfrentar montanhas, algumas vezes. Literalmente. Minha montanha preferida é o Pico da Bandeira.
O Pico da Bandeira é o ponto mais alto dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, como também de toda a Região Sudeste do Brasil. É também o terceiro ponto mais alto do país, com 2.891,98 metros de altitude.
Já o encarei por mais de um caminho diferente e por mais de doze vezes já venci esse “velho amigo”.



Através da prática do montanhismo aprendi que é possível ir além daquilo que nós mesmo acreditamos ser alcançável para o nosso corpo. “Mover uma montanha” ou superar uma montanha, nesse caso podem ser considerados sinônimos, é uma atividade que envolve um esforço, que as vezes, vai além das nossas capacidades. Encarar uma grande montanha, requer uma mente focada na tarefa, uma vontade forte de concluir o objetivo e principalmente sentir a necessidade emocional de vencer o obstáculo.
Conversando sobre montanhismo com várias pessoas, sempre ouvi a seguintes afirmações:
“...enquanto você sobe a montanha eu fico no hotel com aquecimento e conforto...”, “...pra que passar por todo esse sofrimento se eu posso ver as fotos ou vídeos?...” e etc.
A questão é: As “montanhas” existem em nosso caminho. Algumas delas nós podemos decidir superar ou não e outras, nós não temos escolha.


Voltando à prática de arte marcial: Sempre vejo as pessoas desistindo do caminho, porém uma grande parte delas mantém o discurso: “...eu amo essa arte (ou atividade), porém agora está difícil de continuar...”. Seja pelo trabalho, compromissos familiares ou coisas do dia a dia, muitas pessoas simplesmente desistem de continuar um determinado caminho que lhe faz bem por não ter mais força de vontade para lutar contra as dificuldades, ou seja, desistiu de tentar “mover as montanhas” do caminho.

Outra verdade, no que diz respeito a arte marcial é “...esse caminho não é para qualquer um...”. Essa máxima pressupõe que pessoas com uma força de vontade comum e que não tem por costume alimentar aquela chama interna que nos leva a superar os desafios propostos, não abandona o seu conforto para ir até um Dojo (local de prática de arte marcial) para ter desafios exaustivos de aprendizado e superação.

Analisando o alto índice de desistência e abandono dos Dojos atualmente, cheguei à conclusão de que realmente a cultura mundial de satisfação a qualquer custo e com o menor esforço possível é umas das variáveis que trabalham contra a cultura marcial. E principalmente a superficialidade com que as pessoas estão acostumadas a lidar com seus desafios buscando sempre “caminhos alternativos” para desistir de transpor obstáculos.

Observando tudo isso, um verso da uma canção popular brasileira me veio à cabeça:

“...Não se move uma montanha por um pálido pedido de alguém que não se ama...”
Palavras e silêncio (Zeca Baleiro)

Meditando mais sobre o assunto, me lembrei também das palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo:

“...porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela...”
Mateus 7:14

Creio que o que há para se pensar a respeito do assunto é: Todas as vezes em que um obstáculo intransponível estiver em nosso caminho devemos analisar o quão realmente é intransponível esse obstáculo.

Se absolutamente nada de bom, nessa vida, virá de graça, será que não vale a pena se esforçar de verdade por algo que amamos? E se não, será que realmente amamos?

Que este ponto de meditação fique para os leitores desse texto e espero que os ajude nos momentos de dificuldades e nas “montanhas as serem movidas” de seus caminhos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

E meu joelho Dói!



Acordo bem cedo e faço meu café da manhã. Sempre solitário, porém é gratificante ter o conforto de um belo rompimento de jejum noturno. E meu joelho dói.


Dirigir durante quase uma hora em um trânsito repleto de pessoas mal preparadas, não somente para conduzir seus veículos, mas também para viver em sociedade. E meu joelho dói.


Um dia de trabalho duro, com seus altos e baixos. Adoro meu trabalho, mas a rotina imposta pelos bem mais de 20 anos de profissão não trazem muitos desafios estimulantes, mas a dignidade de conquistar diariamente o próprio “pão” é gratificante, porém meu joelho dói.


Dirigir novamente durante quase uma hora em um trânsito repleto de pessoas que além de suas características supracitadas também agora, assim como eu, estão cansadas. E meu joelho dói.



Um breve descanso e é hora de limpar o Dojo, arrumar tudo, preparar as técnicas a serem ensinadas. Mais um acerto na decoração, o tatame limpo e um banheiro desinfetado e meu joelho dói.


Aguardo ansiosamente por aqueles os quais supostamente estão engajados no processo de aprendizado de um conjunto de coisas (cultura, sabedoria, técnica e conhecimento) que adquiri com um custo infinitamente superior ao que é cobrado por mim. Custo não tão somente financeiro, mas também de dedicação de vida. E meu joelho dói.


Apenas uma fração do grupo aparece e se iniciam as atividades de ensinar, praticar, aprender e suar. E meu joelho dói.



A cada instante lembro-me daqueles que, como eu, trilharam esse caminho. O caminho do guerreiro. O caminho mais inglório, mais irregular, mais duro e mais árduo. Alguns desistiram da jornada, outros ainda trilham esse caminho, mas há muito tempo estão distantes. Lembro-me da máxima: “O caminho do guerreiro é um caminho que se trilha só.”. Cada recordação vem junto com a carga de coisas (cultura, sabedoria, técnica e conhecimento) a ensinar. E meu joelho dói.

A aula acaba e os poucos que vieram se vão. Hora de fechar tudo, encerrar as atividades diárias e tentar relaxar para descansar e amanhã fazer tudo igual novamente. E meu joelho dói e como dói.